Lesma Lerda

Pessoal, estou tendo inúmero problemas para conseguir colocar novos textos no blog. O site da administração do blog que é de responsabilidade da UOL está extremamente lento e instável. Tanto que, o máximo que consigo fazer é entrar, vez ou outra, e colocar textos. Fotos? Nem pensar. É uma pena pois estou com muitas coisas para contar....

De qualquer forma, vou continuar tentando e assim que conseguir volto a postar normalmente.

Ps. Amanhã estamos indo conhecer o Matterhorn (a montanha da embalagem do Toblerone). Depois conto minhas impressões e aguardem novos reports "fantásticos" do enviado especial Rodrigo Gallazzi.

Bom fim de semana a todos. Abração.



Escrito por Alexandre Rivaben às 18h36
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Visita a Rapperzwill - Parte 7

Não era. Logo percebemos que era um turista esperando seus amigos descerem. Não havia mais ninguém ali, afinal de contas, deveriamos ou não pagar para subir aquelas escadas? Na dúvida, subi. O Gallazzi foi atrás e uns turistas que estavam por ali bisbilhotando também subiram – na verdade eu só decidi subir quando os vi tomarem a iniciativa, mas pelo menos neste texto vamos deixar como se a iniciativa fosse minha certo? Afinal, quem são os “heróis” aqui?

 

Subimos. Apesar da grandiosidade da construção: pilares altos e janelas de uns tres metros de altura; não vimos nada demais. O lugar parecia estar em reforma ou pior, tive a sensação de estar em uma casa onde os moradores estão de mudança: tudo encaixotado, coberto com lençóis, enfim, tudo estremamente (sic) - isto aqui é mistura de "extremamente" com "estranhamente" -  vazio e sem muita graça – a não ser pelo fato de alguns quadros antigos e alguns conjuntos de mesas e cadeiras com tons vermelhos e detalhes em dourado-real, espalhadas entre duas ou três salas que chegamos a ver.

 

De repente, encontramos um banheiro e o Gallazzi, que deve ter incontinência urinária já partiu em desespero. Eis que resolvi caminhar pelas salas e fui encontrando mais portas e mais salas – todas parecidas. Encontrei-me novamente com nossos “amigos” turistas que haviam subido conosco. Estava tudo tranquilo mas por um momento ouvi uma voz resmungando palavras que eu nunca tinha ouvido. Virei-me e me deparei com um senhor gordo, chapéu de cozinheiro na cabeça, falava sem parar com um dos turistas que parecia entender...

 

- “Hm, acho que não é para a gente estar aqui. Opa, o dedo do cara está em riste! Ixi, ferrou!”

 

Eu não entendo nada de alemão mas bronca é universal. E toca o Rivaben correr atrás do Gallazzi.

 

- “Ixi, onde é o banheiro mesmo? Ai, ai, ai”

 

E foi um tal de cozinheiro gritando e turista gesticulando e neguinho descendo escada correndo e Rivaben tentando achar o banheiro e Gallazzi andando tranquilamente pelos corredores... parecia quadro dos trapalhões, minha nossa.



Escrito por Alexandre Rivaben às 22h50
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Visita a Rapperzwill - Parte 6

“No capítulo anterior, nossos heróis visitaram um lago limpído, cheio de patos, cisnes e peixes... Por um momento viveram pacificamente e se esqueceram que tinham que voltar, que o trem deveria ser laranja e que eles não haviam entendido nada do que a mulher da bilheteria havia dito a eles... e agora? Conseguirão nossos "impáfidos" (sic) - eu juro que achei que escrevia assim mas o correto é "impávidos", valeu Seu Alcides pela observação! - e valentes brasileiros voltarem são e salvos à terra firme? Conseguirão conhecer algum novo lugar?”

 

Depois do lago, fomos até o centro da cidade onde encontramos um posto de informações turísticas. De posse de um mapa, tudo fica mais fácil.

 

Nos dirigimos então a um forte ou castelo antigo que está no alto da cidade. Para chegar lá precisamos subir algumas escadas, todas elas de pedra antiga, escurecida e conservada pelo tempo.

 

 

No topo, encontramos uma igreja e a imponente construção, o forte. Logo, descobrimos que dentro do forte havia um museu e entramos. Ao atravessar a porta, nos vimos em um pequeno jardim transformado, rusticamente, em um restaurante ao ar livre. Seguimos andando, por entre as mesas, com a sensação de estarmos invadindo alguma festa particular suiça. Continuamos até a primeira porta que encontramos aberta: entramos.

 

O interior do forte não chega a ser tão imponente quando o seu exterior e aquilo que parecia ser algo maravilhoso ficou só na promessa: nos deparamos com um pequeno hall repleto de cartazes naquela famosa lingua “de uma palavra só”. Um deles tinha um número – ainda bem que isso é universal!

 

- Ihhhhh, não vou pagar para entrar ai não. – o Gallazzi já ia recuando.

 

A nossa frente uma escada em espiral e um senhor de posse de um belo cão branco nos aguardavam.

 

- “Deve ser o guarda do lugar” – pensei.



Escrito por Alexandre Rivaben às 22h48
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